Durante muito tempo, investigar no Quem Matou? foi um trabalho solitário.
Um detetive.
Um caso.
Algumas pistas.
E, frequentemente, um cadáver a mais do que o planejado.
Isso mudou.
As Agências de Investigação começaram oficialmente a operar dentro do Quem Matou?, permitindo que jogadores criem suas próprias organizações, recrutem investigadores e disputem espaço entre as equipes mais eficientes ou menos mortas do país.
UMA AGÊNCIA. VÁRIOS DETETIVES. UM HISTÓRICO QUE NÃO PODE SER APAGADO.
Qualquer investigador com os recursos necessários pode fundar sua própria agência.
Depois disso, começa o verdadeiro trabalho.
É possível definir o nome, a apresentação e o brasão da agência, convidar novos integrantes e analisar candidaturas de jogadores interessados em fazer parte da equipe.
Cada agência possui sua própria identidade, integrantes, histórico e estrutura dentro do jogo.
Porque solucionar crimes é importante.
Mas solucionar crimes usando um brasão ameaçador é consideravelmente melhor.
RECRUTAR TAMBÉM FAZ PARTE DA INVESTIGAÇÃO
Uma agência não precisa permanecer com os mesmos integrantes para sempre.
Jogadores podem receber convites para entrar em uma organização ou enviar uma candidatura para aquela agência da qual gostariam de fazer parte.
A direção decide quem entra.
Escolha com cuidado.
Afinal, eventualmente essa pessoa poderá estar ao seu lado enquanto um relógio conta os últimos segundos de uma investigação.
DINHEIRO E EQUIPAMENTOS TAMBÉM FAZEM PARTE DA ESTRUTURA
As agências possuem uma carteira própria em QM$ e também um cofre de equipamentos.
Isso permite que a organização acumule recursos e itens destinados às suas atividades.
As movimentações ficam registradas, criando um histórico financeiro e operacional da agência.
Portanto, antes que alguém pergunte:
sim, nós sabemos quem mexeu naquilo.
AS AGÊNCIAS POSSUEM SEU PRÓPRIO CANAL DE COMUNICAÇÃO
Os integrantes também contam com um chat privado da agência.
É ali que a equipe pode discutir estratégias, organizar operações, comentar acontecimentos e tentar descobrir quem teve aquela ideia brilhante que terminou com metade do grupo morto.
O sistema registra muita coisa.
A dignidade, infelizmente, ainda não.
EVENTOS COLOCAM AS AGÊNCIAS À PROVA
É quando entram os Eventos que a existência de uma agência começa a fazer ainda mais diferença.
Dependendo da operação, os investigadores podem participar individualmente representando sua organização ou entrar em uma verdadeira investigação em equipe.
No formato individual cooperativo, diferentes integrantes podem enfrentar a operação e contribuir com seus próprios resultados para a agência.
Mas existe uma alternativa consideravelmente mais perigosa.
MODO EQUIPE: TODO MUNDO ENTRA JUNTO
No Modo Equipe, os participantes entram juntos na investigação.
A equipe é formada antes do início da operação e os investigadores aguardam até que os participantes estejam preparados.
Quando o caso começa, a investigação passa a funcionar de forma sincronizada.
As decisões acontecem durante as rodadas e os integrantes precisam acompanhar o andamento da operação.
Um jogador toma sua decisão.
Depois, a responsabilidade pode passar para outro integrante.
E assim a equipe avança pelo caso.
Parece organizado.
Até aparecer o cronômetro.
O RELÓGIO NÃO ESPERA INVESTIGADORES
Durante determinadas operações, cada participante possui um tempo para agir.
Se o investigador não responder dentro do prazo previsto, as consequências podem ser definitivas.
E por definitivas queremos dizer:
ele pode morrer.
Quando um integrante morre durante uma operação em equipe, ele deixa aquela investigação.
Os sobreviventes continuam.
Porque aparentemente abandonar um caso depois que seu colega morreu não faz parte do protocolo.
NEM TODO MUNDO PRECISA CHEGAR AO FINAL
Uma equipe pode começar uma operação com vários investigadores e terminar com apenas parte deles ainda viva.
Isso não significa necessariamente que a missão terminou.
Enquanto houver condições para continuar, os sobreviventes podem seguir tentando concluir o caso.
Em algumas situações, a história da agência poderá ser escrita justamente por aquele último investigador que conseguiu permanecer em pé.
MISSÕES PODEM TER RECOMPENSAS
Eventos e operações podem distribuir QM$, equipamentos e outras recompensas previstas para aquela missão.
Dependendo da configuração da operação, os prêmios podem beneficiar os participantes ou a própria agência.
Quando existe uma recompensa destinada aos investigadores sobreviventes, ela pode ser dividida entre aqueles que chegaram ao final.
Naturalmente, existe uma maneira bastante eficiente de aumentar a participação individual na recompensa:
sobreviver mais do que os seus colegas.
Não estamos recomendando nada.
Estamos apenas fazendo matemática.
TEMPORADAS LEVAM A DISPUTA A OUTRO NÍVEL
Além dos Eventos, operações também podem fazer parte de Temporadas.
Uma Temporada reúne acontecimentos dentro de uma competição maior, permitindo acompanhar o desempenho das agências ao longo de diferentes desafios.
Isso significa que solucionar um único caso pode ser importante.
Mas manter um bom desempenho durante toda uma sequência de operações é outra história.
TROFÉUS CONTAM A HISTÓRIA DA AGÊNCIA
As conquistas também passam a fazer parte da identidade das organizações.
Agências podem receber troféus relacionados ao desempenho em missões, eventos, temporadas e feitos especiais alcançados durante suas operações.
Vitórias.
Sequências de sucesso.
Operações concluídas sem mortes.
Equipes inteiras sobrevivendo.
Últimos sobreviventes concluindo operações.
E outras façanhas que podem transformar uma investigação em parte da história daquela agência.
Os troféus conquistados podem ser exibidos no perfil da organização, mostrando aos outros jogadores aquilo que ela já conseguiu realizar.
E, NATURALMENTE, EXISTE UM RANKING
Colocar diversas organizações de investigadores no mesmo lugar sem alguma forma de competição seria desperdiçar uma oportunidade maravilhosa de criar rivalidades.
Por isso, as agências também podem disputar posições através de seu desempenho dentro do Quem Matou?.
Resultados, operações e conquistas ajudam a construir a trajetória de cada organização.
E o brasão da agência acompanha sua presença nesse universo.
Assim você saberá exatamente quem passou na sua frente.
A AGÊNCIA TAMBÉM POSSUI UMA REPUTAÇÃO A ZELAR
Cada organização mantém seu próprio perfil, onde outros jogadores podem conhecer seus integrantes, sua apresentação, seu brasão e parte de suas conquistas.
É a identidade pública daquela equipe dentro do Quem Matou?.
O que significa que fracassar silenciosamente ficou um pouco mais difícil.
ENTÃO ESCOLHA BEM COM QUEM VOCÊ INVESTIGA
Uma agência pode transformar um grupo de jogadores em uma das organizações mais respeitadas do Quem Matou?.
Ou pode produzir uma coleção impressionante de epitáfios.
Provavelmente veremos os dois casos.
As portas das agências estão abertas.
Monte sua equipe.
Escolha seu brasão.
Recrute seus investigadores.
Entre nos eventos.
Dispute temporadas.
Conquiste troféus.
E tente manter pelo menos alguém vivo para contar a história.
Quem Matou?
Investigar sozinho já era perigoso. Agora ficou competitivo.
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